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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Pronta Entrega - Kriska Brilho

E para brilhar no carnaval...

meninas a fragrância é a mesma do Kriska de Natura tradicional, mas é mais condensado porque tem Glitter.. além de perfumada você fica brilhando.. é show...

deixe um comentário aqui ou no FB ok... ahh entrega somente em Ribeirão Preto.. bjs

Natura Ciclo 3 de 2012 - Novidades!

Novidades nesse ciclo meninas!!!



Nova Linha Natura Ekos Mate Verde.
Toda a energia e frescor da erva-mate para o homem.

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Para a criançada...





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Emagreça bebendo água



A dieta da água parece milagre, mas com essa nova descoberta da ciência você perder 5 quilos em 21 dias sem fazer grandes sacrifícios nem passar fome.

Quatro em cada dez brasileiros estão acima do peso, segundo a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), e cinco fazem regime. A conta soa estranha, mas comprova que até quem está em paz com a balança adota uma dieta em algum momento da vida. Diante dessa preocupação, várias pesquisas buscam soluções que levem à conquista de um corpo magro e saudável. E um estudo está chamando a atenção: ele mostra que a água pode promover o emagrecimento. Estudiosos do departamento de nutrição humana, alimentos e exercícios da Universidade Virginia Tech, nos Estados Unidos, acompanharam durante três meses 48 adultos divididos em dois grupos. Em ambos, a dieta adotada foi de baixas calorias, mas em apenas um deles as pessoas tomaram meio litro de água antes do café da manhã, do almoço e do jantar. “A perda de peso foi, em média, 2 quilos maior entre os que beberam mais líquido. Uma das hipóteses está no menor espaço deixado no estômago para a comida”, conta a endocrinologista Thalita Bittar, do Rio de Janeiro.


Menos toxinas e gordura


O simples fato de tomar mais água, mesmo sem dieta ou atividade física, também pode ajudar a afinar. Foi o que comprovou um estudo feito há dois anos na Oakland Research Institute, nos Estados Unidos. Os cientistas acompanharam 173 mulheres de 25 a 50 anos com sobrepeso. Por um ano, elas não fizeram regime nem malharam, apenas passaram a consumir 1 litro a mais de água do que estavam habituadas. Resultado: perderam 2 quilos de gordura.


Ao final dessa análise, os pesquisadores destacaram três pontos. O primeiro: quanto mais água pura se bebe, menos bebidas com açúcar são ingeridas, diminuindo, assim, o consumo calórico diário – nos Estados Unidos, onde a obesidade já virou epidemia, o consumo de líquidos açucarados corresponde a 10% da ingestão diária de calorias. O segundo: beber água favorece a diluição e eliminação de toxinas produzidas por medicamentos, produtos industrializados e hormônios presentes nos alimentos de origem animal. “Vale lembrar que as toxinas têm afinidade com gordura, e o excesso delas não só gera processos inflamatórios, caso da celulite, como dificulta a transformação dessa gordura em energia”, diz Daniela Jobst, nutricionista funcional e bioquímica do metabolismo, de São Paulo. A terceira conclusão: beber água aumenta a queima energética, já que o organismo é obrigado a trabalhar mais para metabolizar o líquido extra – se estiver gelado, há um aumento de 4,5% no gasto calórico até uma hora depois da ingestão, conforme análise feita pelo Departamento de Medicina e Fisiologia da Universidade de Friburgo, na Suíça. “Na prática, tomar oito copos de água a 5 °C por dia queima cerca de 200 calorias”, calcula a nutricionista Marilize Tamanini, de Curitiba.

Desidratação engorda?

Verdade seja dita: a redução de peso inicial quando se segue qualquer plano alimentar deve-se, em grande parte, à perda de água corporal. Se já não bastasse isso, a desidratação ainda costuma ser confundida com fome, pois causa dor de cabeça, cansaço e vontade de comer frutas cítricas e alimentos gelados, principalmente. “Diante desse quadro, para se proteger, o corpo começa a reter líquidos. É por esse motivo que, apesar de soar contraditório, muitas vezes para desinchar deve-se beber bastante água”, observa a endocrinologista Silvia Bretz, do Rio de Janeiro. A desidratação reflete até no mau funcionamento do intestino, já que a água é essencial para a formação do bolo fecal. Nessa hora, não adianta só comer fibras, é preciso ingerir mais água. Só não vale exagerar na dose e ultrapassar a marca dos 4 litros diários. Afinal, a hiper-hidratação pode diluir o potássio e os eletrólitos do sangue, trazendo fraqueza e mal-estar.

Quanto tomar

Segundo a nutricionista Marilize Tamanini, um adulto perde diariamente em torno de 2,5 litros de água. “Isso equivale a cerca de dez copos, sendo que meio é eliminado pela sola dos pés, de 2 a 4 pela respiração, mais 2 pela transpiração e 3 pela urina”, conta. Para fazer a reposição, hidrate-se sempre nos intervalos das refeições ou até um minuto antes de começar a comer para não prejudicar a digestão nem a absorção dos nutrientes. E quem se exercita regularmente precisa ingerir um pouco mais. “O indicado é se pesar antes e depois da ginástica e repor cada grama de peso corporal perdido com o equivalente em mililitros de água. Assim, quem ‘emagreceu’ 300 gramas durante a corrida deve tomar um copo e meio de água”, exemplifica a nutricionista Daniela Jobst. Outra pista de que a hidratação foi suficiente é a urina. “Se ela estiver clara e sem odor forte, é sinal de que a reposição foi adequada”, diz a nutricionista Aline Von Gal de Queiroz, do Spa Med Sorocaba, em Sorocaba (SP).

O segredo do miojo que fez a apresentadora Nigella emagrecer

Conheça o itokonnyaku, macarrão japonês que está dando o que falar depois de ter enxugado a silhueta da apresentadora Nigella Lawson




Nigella antes e hoje, e o macarrão que emagrece(Fotos antes, Phillip Massey/WireImage; depois, Lorenzo Bevilaqua/ABC via Getty Images; itokonnyaku, Renato Xavier)

Do caule do konjac, tubérculo plantado nas montanhas japonesas, vem o macarrão que se tornou a nova febre das dietas. “A massa do itokonnyaku tem 97% de água e o restante é fibra solúvel, com poucas calorias. Por isso parece tão promissor”, explica Débora Almeida, nutricionista da academia Contours, em São Paulo. A agitação em torno do alimento começou quando Nigella Lawson, chef e apresentadora de um programa de gastronomia no canal pago GNT, apareceu esguia, há dois meses. Ela creditou o sucesso da perda de peso (sem revelar quanto – guardou segredo total) a essa comida japonesa. Foi o suficiente para o miojo alcançar o estrelato.

Ao entrar em contato com a água, e durante o processo de digestão, o itokonnyaku aumenta de volume. Quando chega ao estômago, vira gel, que ocupa espaço e leva à sensação de saciedade mais rapidamente. “Como a pessoa fica satisfeita logo, tende a comer menos”, diz a nutricionista Fernanda Pisciolaro, também de São Paulo. Mas, como todos os outros modismos alimentares, também apresenta pontos desfavoráveis. Já que é pobre em nutrientes, as especialistas sugerem que seja consumido apenas uma vez ao dia. Para Fernanda, a porção não deve ultrapassar 100 gramas. “Há muitos riscos em comer exageradamente o itokonnyaku e excluir outros alimentos da dieta. Por exemplo: não ingerir a quantidade necessária de proteínas, vitaminas e outras substâncias essenciais para o funcionamento do organismo”, diz ela. Além disso, por causa do excesso de fibras, alimentar- se do macarrão sem uma boa quantidade de água pode levar a prisão de ventre e dor de estômago.

Fernanda lembra ainda que ingerir apenas fibras faz a fome voltar em menos tempo. “O risco de comer a massa sem um cardápio balanceado é recorrer a besteiras nos intervalos das refeições e acabar ganhando peso”, esclarece. Portanto, o ideal é que o miojo japonês esteja associado a uma dieta de 1,6 mil a 1,8 mil calorias por dia que inclua vegetais, proteínas, frutas e carboidratos. Segundo Débora, assim consegue-se perder de 1,5 a 3 quilos em um mês. “O macarrão seria utilizado como complemento de saladas ou misturado a carnes e legumes, como no yakissoba. Poderia também substituir os carboidratos em outros pratos”, sugere ela. Entretanto, as nutricionistas fazem uma ressalva: é possível conseguir o mesmo efeito com alimentos mais nutritivos, como aveia ou chia. O itokonnyaku não tem sabor pronunciado e pode ser encontrado em supermercados ou lojas de alimentos orientais pelo preço médio de 6 reais o pacote de 200 gramas.

Preço pesquisado em novembro de 2011, sujeito a alteração. Confirme na loja antes de comprar

Fonte: http://claudia.abril.com.br/materia/o-segredo-do-miojo-que-fez-a-apresentadora-nigella-emagrecer
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